

01.
O encontro
No ano de 1725, a Duquesa Lana De Savoy habita um mundo onde as barreiras sociais são uma realidade. Ao comprar Cass, um homem escravizado, em uma feira, seu destino muda e ela se vê dividida entre o dever e um sentimento inesperado.
02.
O amor proibido
Apesar das normas sociais, o amor entre Lana e Cass cresce à sombra. A relação entre eles se intensifica e se torna mais profunda, desafiando as convenções e mostrando a complexidade do amor em uma época de desigualdade.
03.
Coragem e sacrifício
À medida que enfrentam os desafios das diferenças sociais e o conflito entre desejo e dever, Lana e Cass precisam decidir até onde irão por amor. Sua história é marcada por coragem, sacrifício e pela esperança de romper os grilhões que os separam.
Sobre a autora
Tania Fontes
Tania Regina Fontes Monteiro, profissional da área da moda e comunicação, é influenciadora digital e aborda temas de bem-estar físico e emocional. Paulista, formada em Administração de Empresas na Faculdade IMES (Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul), é casada e tem como maior inspiração o filho, Marcus Augusto.
Sua missão de vida é dizer a todas as pessoas que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, que podemos ser melhores um pouco a cada dia, além de sermos luz para as pessoas que cruzam nosso caminho.

Eu já tinha o desejo de escrever um romance de época, algo intenso, proibido e capaz de atravessar barreiras sociais. Mas a verdadeira centelha surgiu de uma coincidência curiosa... Um amigo me contou que havia sonhado comigo.
No sonho, eu era uma Duquesa de personalidade forte, enquanto ele era um homem escravizado... Assim, o sonho ficou ecoando na minha mente.
Foi ali que nasceu a ideia de criar uma história sobre dois mundos opostos, separados pelas regras da sociedade, mas unidos por algo muito maior... o amor.
A partir desse sonho, comecei a construir personagens, dores, conflitos e sentimentos que deram vida ao romance.


Levei cerca de um ano para escrever a história.
E, sinceramente, nem sempre foi fácil. Houve momentos em que parecia que os personagens tinham parado no tempo e a trama simplesmente não queria seguir em frente.
No começo, eu me cobrava muito, mas depois entendi que a escrita também precisa de silêncio, respiro e maturação. Então, quando as palavras não fluíam, eu não forçava... Apenas respirava, dava tempo ao processo e voltava em outro dia.
Acredito que foi justamente nesse aprendizado entre pausas e recomeços que a história ganhou alma.

Minha parte preferida da história é quando a Duquesa decide enfrentar tudo por amor. Durante uma grande recepção, diante da realeza e de todos os olhares, seu pai anuncia seu noivado com o Lorde desejado por todas as mulheres da corte.
Porém, movida pelo amor que sentia por um homem escravizado, ela encontra coragem para fazer o impensável para a época... Recusar o compromisso publicamente. Mas que um ato de amor, aquela cena representa liberdade e coragem, porque, em um tempo em que mulheres eram ensinadas apenas a obedecer, ela escolheu ouvir o próprio coração. E foi justamente nessa quebra de regras que encontrei uma das partes mais fortes da história.





